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Estudo do Conto popular português: O Príncipe Sapo

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 O seu objetivo é ajudar os alunos que têm estes conteúdos nos seus programas escolares a compreenderem, mais facilmente, os assuntos para poderem participar ativamente nas aulas e ter melhores notas nos testes e exames.  
Também interessará a todos aqueles que amam a língua / literatura portuguesa

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"O Príncipe Sapo"

Conto popular 
Edição lida: "In Contos Populares",  recolhido por Adolfo Coelho,1879

Quem foi Adolfo Coelho?
Foi um escritor português dos finais do séc. XIX
Nome: Francisco Adolfo Coelho
Nascimento: 1847 em Coimbra
falecimento: 1919 em Carcavelos
Profissão: pedagogo; filósofo; autodidata


Título do Conto
"O Príncipe Sapo"
É um Conto popular em cuja ação predominam efeitos mágicos que nos encantam com o seu  significado simbólico e profundo, num registo oralizante e sem ornamentos retóricos ou estilísticos

Tema
O amor

Assunto
As provas do amor

Personagens
Protagonistas: o príncipe sapo e a mulher
Secundárias: o rei e a rainha

Ação
 
Um rei não tinha filhos e tinha grande desgosto 
Para agradar ao marido a rainha quis ter um filho mesmo que fosse sapo 
O desejo concretiza-se e nasce um filho sapo
Procuraram alguém para criar o filho / sapo
Ninguém o quer criar, mas uma  rapariga tratou dele como filho (o rei e a rainha continuam afastados do sapo)
A rapariga sonhou que o sapo era um príncipe, mas que devido à heresia da mãe estava transformado em sapo
A rapariga decide casar com o sapo
Na noite do casamento a rapariga pede ao sapo para tirar uma pele , cada vez que ela  tirasse uma saia (sete saias / sete peles)
O sapo transformou-se em homem (libertação do encantamento)
A rapariga desafia a ordem estabelecida e conta, ao rei e à rainha, que o sapo é gente / homem
O rei e a rainha pedem á rapariga para deixar a porta do quarto aberta, para o irem ver 
Viram-no homem
Ao outro dia o príncipe volta a transformar-se em sapo
O pai pergunta-lhe por que quer ser sapo e ele diz que é devido ao mau carácter  do pai  e lhe impor a mulher
Como ele não desistia de ser sapo pediram á rapariga que lhe tirasse as peles quando ele adormecesse para as queimarem
O rei e a rainha queimam-lhe as peles
A vontade do príncipe não é respeitada e ele amaldiçoou a rapariga por ter dados as peles e foi-se embora
o príncipe pediu á rapariga que, se alguma vez o encontrasse, para lhe dar um beijo na boca 
A rapariga sofre a sua culpa por ter contado o segredo do príncipe / sapo ao rei e à rainha
O rei e a rainha expulsam a rapariga
A rapariga procura o príncipe
A rapariga vê uns cegos que tinham encontrado o príncipe
A rapariga vai com os cegos, encontra o marido e dá-lhe um beijo
A rapariga fica com o príncipe , são muito felizes e têm muitos filhos (reposição da justiça e felicidade do casal)

Caracterização das personagens

O rei e a rainha 
Eram egoístas, porque desejaram tanto ter um filho mesmo que fosse sapo, mas depois de ele nascer não o amaram e até o rejeitaram. Só o voltaram a querer quando souberam que ele afinal era um príncipe

O príncipe
Era bom, mas encontrava-se revoltado com a atitude dos pais. Fisicamente "Era como um sapo"; "tinha uns olhos muito bonitos"; "falava"; " tinha sete peles"

A rapariga
Era boa: criou o sapo como se fosse uma criança normal e, depois de casada foi procurá-lo para ficar com ele para sempre

Caracterização do Espaço

Há 3 tipos de espaço

Espaço físico
O palácio; junto ao rio (não está descrito é apenas insinuado)

Espaço social
O rei, a rainha e o príncipe eram ricos e pertenciam à corte.
A rapariga era modesta

Espaço mitológico
Metamorfose: o homem está transformado em sapo(encantamento). 
Libertação ou desencantamento quando se transforma, de novo, em homem (depois do beijo da rapariga e depois de tirar as peles)











Descrição




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